“Cumprimento toda a população de Macaúbas, que muito tem se empenhado e que luta por melhores condições de vida. Povo trabalhador e cheio de esperanças, que busca um desenvolvimento econômico e social de forma equilibrada e sustentável”. Assim o deputado Nelson Leal (PSL) iniciou sua moção de congratulações pela passagem do aniversário de emancipação política do município, que acontece hoje, 6 de julho.
Situado na região central da Bahia, na chamada Zona Fisiográfica da Serra Geral, Chapada Diamantina Meridional, Macaúbas tem 50 mil habitantes. Os primeiros foram índios pertencentes os tupinaé (ramo dos tupinambás) há centenas de anos. A formação do município começou em meados do século 17, quando chegaram os bandeirantes em busca de ouro e diamantes.
Assim ergueram uma capela em louvor a Nossa Senhora da Imaculada Conceição, ainda hoje padroeira do município. A povoação formou-se em terras pertencentes ao município de Urubu, hoje Paratinga, do qual foi desmembrado em 1832 para constituir município independente com o topônimo de Macaúbas, por decreto estadual de 6 de julho 1832.
Sua denominação deveu-se à abundância da espécie de palmeira que os índios denominavam macaúba, ou macaíba, atualmente em extinção no município. Em 1925, Macaúbas foi elevada à categoria de cidade e sede do município, ao qual foi incorporado o território do extinto município de Bom Sucesso, atual Ibitiara, já emancipado.
Dentre suas riquezas minerais tem maior importância a mina de mármore azul, explorada na Serra da Vereda, Vaca Morta. A mineralogia ainda registra a existência de cristal, ametista, barita, ferro, talco, cobre, granitos de várias tonalidades e águas termais. A cidade vive basicamente da agropecuária, sendo a agricultura composta quase totalmente de lavouras de subsistência que produzem basicamente o feijão catador vendido para o Norte e Nordeste do Brasil
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