“Presto meu enorme respeito a esse município e renovo meus votos de compromisso. As portas do mandato estão abertas para melhorar a vida da população de Ubaíra”. Com essas palavras, o deputado Gika Lopes (PT) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia, moção de congratulação pelo aniversário de Ubaíra.
De acordo com levantamento histórico feito por Gika, em 1790 João Gonçalves da Costa foi encarregado de conquistar os índios mongoiós, que moravam na aldeia de Santo Antônio do Cantanhede, às margens do rio Jiquiriçá. Nas proximidades da região já existiam as sesmarias de São Paulo e Poço do Facão, que haviam sido doadas a Manuel de Sousa Santos e a Domingos de Matos e Aguiar, por alvará de 13 de maio de 1770.
Tempos depois, Francisco de Sousa tomou posse da região, onde fixou residência, erguendo a fazendo Pindobas, no lugar chamado Estopa, também conhecido por Barra da Palmeira. A sede da velha fazenda constitui hoje pequeno povoado onde ainda vivem os bisnetos de Francisco e outros descendentes que se ocupam na lavoura.
Mas foi o ato estadual de 30 de junho de 1891 que concedeu foros de cidade à sede municipal, sob o nome de Areia, antiga fazenda dos netos de Francisco. Conforme a divisão administrativa do Brasil de 1911, Areia era composta pelo distrito-sede. Em virtude do Decreto-Lei estadual n° 141, de 31 de dezembro de 1943, um novo quadro territorial foi fixado, o nome do município e do seu distrito-sede foi substituído pelo de Ubaíra.
Atualmente, com uma população de 20.793 habitantes e uma extensão territorial de 659.138 km², a economia de Ubaíra se concentra em torno da atividade agropecuária, merecendo destaque a produção de cacau, café, banana, bacia leiteira e carne bovina. Quanto ao clima, é temperado, com chuvas durante todos os meses do ano e temperatura média de 25° C.
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