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Salles quer conceder honraria a Celestino Zanella

Publicado em: 23/06/2017 00:00
Editoria: Diário Oficial

Parlamentar sugeriu Título de Cidadão Baiano ao empresário catarinense
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Com base na Resolução nº 1.271 de 5 de novembro de 1998, o deputado Eduardo Salles (PP) propõe a concessão do Título de Cidadão Baiano ao empresário catarinense Celestino Zanella. A homenagem é em deferência à sua influencia no desenvolvimento econômico do Estado e demais ações que instruíram empresários, agricultores e principalmente gestores públicos.

Natural de Porto União, Santa Catarina, Celestino Zanella tem 57 anos, casado, pai de três filhos e avô de dois netos, Celestino se graduou em Administração de Empresas e pós-graduou-se em Estratégia Gerencial, pela FGV. No Paraná, foi tesoureiro e conselheiro da Associação Comercial e Industrial de Toledo; vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Cascavel; e presidente da Associação Comercial e Industrial de Microempresas de Cascavel. 

Em 2003, chegou à Bahia, com a família, e, apesar dos desafios enfrentados, se estabeleceu como irrigante. Na atividade, tem contribuído significativamente para a economia do Estado, como gerador de empregos. Em sua propriedade, tem como principal cultivo o algodão e a soja, mas, também aposta em outras culturas como feijão, frutas e trigo. Visto pelo proponente da homenagem, como um empreendedor visionário, Eduardo destaca a luta de Celestino pela implantação de um moinho de trigo no Oeste da Bahia, levando em cota o potencial da região na produção do grão. 

Ainda segundo Eduardo Salles, a singular atuação de Celestino no setor agrário estadual, rendeu ao empresário a assunção a cargos em relevantes associações, como a Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), onde foi diretor e vice-presidente, e na Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), que presidiu no biênio 2015/2016.


Atualmente, Celestino preside a Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia, pela qual tem acompanhado o estudo sobre o potencial hídrico do Oeste baiano, que o fez viajar recentemente para o Nebraska, nos Estados Unidos, para conhecer as tecnologias aplicadas naquele país e que podem funcionar no Oeste baiano, garantindo o uso sustentável da água na produção de alimentos, ampliando, o potencial de irrigação e garantindo a segurança hídrica e alimentar do mundo. 


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