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Coronel propõe criação da Semana do Consumidor

Publicado em: 17/05/2017 00:00
Editoria: Diário Oficial

Presidente da Assembleia defende educação para o consumo
Foto: Arquivo/Agência-Alba
A passagem do Dia do Assistente Social, em 15 de maio, levou o deputado Pastor Sargento Isidório (PDT) a apresentar na Assembleia Legislativa da Bahia uma moção de aplauso à categoria. Para Isidório, o  assistente social é um profissional chave para nossa sociedade. “Eles amparam  pessoas e famílias que, de alguma forma, não têm total acesso à cidadania, ajudando-os a resolver problemas ligados a educação, habitação, emprego, saúde e demais problemas que comprometem sua convivência social”, observou o deputado.



No documento, Isidório classificou o assistente social “como um porto seguro nesta vida que mais parece um caos tomado pelo individualismo, apego aos bens materiais e porque não dizer egoísmo”.


De acordo com deputado, o assistente social pode trabalhar em empresas privadas, órgãos públicos e ONGs orientando e acompanhando pessoas e desenvolvendo programas de assistência dirigidos a diversos públicos como crianças em situação de risco, populações com poucos recursos financeiros ou afetadas por catástrofes naturais.




Cabe ainda ao profissional de serviço social, acrescentou ele, trabalhar com questões de exclusão social, acompanhando, analisando e propondo ações para melhorar as condições de vida de crianças, adolescentes e adultos. Além de criar campanhas de alimentação, saúde, educação e recreação e implantar projetos assistenciais em penitenciárias, centros de recuperação e abrigos de menores. “É atribuição, ainda, dos assistentes sociais propor ações para a capacitação e reintegração dos marginalizados”, afirmou. 


Segundo o parlamentar, a Fundação Dr Jesus, hospital de tratamento e prevenção contra a dependência química, instituição da qual ele é líder espiritual, conta em seu quadro funcional com sete  assistentes sociais. “Profissionais modelares que desempenham suas funções com amor, desvelo e muita tecnicidade. Afinal, é obrigatória a inscrição no Conselho Regional de Serviço Social para o exercício regular da profissão”, concluiu.


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