A história de Nordestina começa com dois desbravadores do sertão. Em 1937, Tertuliano de Souza Pereira e Gregório Batista resolveram construir duas casas numa fazenda comum para aventurar-se na produção da fibra do caruá e da casca de angico. A Fazenda Cajueiro localizava-se no município de Queimadas que vivia sob tensão e pavor, pois havia há pouco tempo sido visitado por Lampião e seus cabras. Os colonizadores, entretanto, desafiaram o perigo e as dificuldades da seca e ali se fixaram para lutar pelo desenvolvimento da região.
Essa história foi contada pelo deputado Luciano Simões Filho (PMDB) em moção de congratulações pela passagem, no último dia 9 de maio, do 32º aniversário de emancipação política de Nordestina. No documento apresentado na Assembleia Legislativa, Simões relatou que, para melhorar a comercialização de seus produtos, os dois desbravadores construíram um armazém e casas comerciais e formou-se então um povoado que foi denominado Bloco.
Em 1955, a localidade foi elevada à categoria de vila, com o nome de Cajueiro. No dia 9 de maio de 1985, o então governador João Durval Carneiro assinou a Lei nº 4.449 criando oficialmente o município de Nordestina. O atual nome do município deriva da sua localização na região Nordeste da Bahia. O principal ponto turístico é a barragem sobre o Rio Itapicuru, denominada Poço das Colheres, localizado a 17 quilômetros da sede do município. É um local muito procurado sobretudo nos finais de semana e em feriados.
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