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Fabíola saúda aniversário da Biblioteca Pública da Bahia

Publicado em: 16/05/2017 00:00
Editoria: Diário Oficial

Socialista destacou a importância do acervo para o Estado
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Para celebrar os 206 anos da Biblioteca Pública da Bahia, a deputada Fabíola Mansur (PSB) soma aos atos de trabalhos desta Casa Legislativa moção de congratulação pela passagem do aniversário de fundação da biblioteca, comemorado no último dia 13 de maio.
Conhecida como Biblioteca Central dos Barris, a Biblioteca Pública do Estado da Bahia é a mais antiga da América Latina e primeira biblioteca pública do Brasil. Detentora de um acervo significativo, distribuído por diversos setores, a exemplo de Braille, Infantil, Pesquisa/Referência, Empréstimo, Periódicos, Obras Raras e Valiosas, Documentação Baiana, Artes e Audiovisual. 


Além do extenso e diversificado acervo de livros, a Biblioteca desenvolve atividades culturais e acadêmicas, dentre elas orientação aos portadores de deficiência visual, orientação à pesquisa, lançamentos de livros, exibição de filmes, seminários, palestras, visitas guiadas, visitas técnicas, oficinas, exposições, apresentações teatrais, espetáculos musicais, cantação de história, saraus e recitais.
A Livraria Pública, que daria origem à Biblioteca Pública, surge em 1811, fruto da associação de ditos “homens de bens” que doaram os livros para esse núcleo inicial de leitura. A Livraria Pública reunia, sobretudo, livros do século XVIII e do início do XIX. Uma preciosidade que desapareceu em 1912, após bombardeio provocado pela decisão federal de estabelecer, pela força do Exército, o respeito às urnas que deram a vitória a J. J. Seabra. Nesse período, a biblioteca funcionava no Palácio da Aclamação.  


A Biblioteca Pública ganhou nova sede, na Praça Municipal, e, mais uma vez, as bombas a puseram no chão. Dessa vez, os livros tinham sido retirados e transferidos para a nova sede, construída no governo Luiz Viana Filho, localizada no bairro dos Barris. A velha sede foi implodida para abrir espaço para o jardim suspenso que ocupou o quarteirão demolido. A área seria depois ocupada pela sede da Prefeitura Municipal de Salvador, conforme projeto do arquiteto João Filgueiras Lima. 


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