O município de Condeúba completa 157 anos de emancipação política em 14 de maio. Para celebrar a data, a deputada estadual Ângela Sousa (PSD) protocolou moção de congratulações na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa e saudou os munícipes. “Na data maior em que Condeúba comemora a sua emancipação política, a Assembleia solidariza-se com seus habitantes, gente guerreira formada por homens e mulheres que buscam com trabalho e garra construir dias melhores para esta cidade”, afirmou a parlamentar.
De acordo com o documento da deputada, Condeúba foi fundada pelo desbravador João Gonçalves da Costa, em 1805, numa grande fazenda onde foi construída uma capela, simbolizando o início do povoamento local. Em 30 de junho de 1745, essa capela foi abençoada pelo visitador geral Dom João Vasconcelos Pereira, Fiscal da Freguesia de Nossa Senhora do Rio Pardo, do estado de Minas Gerais.
Ângela Sousa conta que, com o crescimento da população e pela Lei 809 de 11 de junho de 1860, Condeúba foi elevada a categoria de vila com a denominação de Vila de Santo Antônio da Barra, e depois novamente teve seu topônimo alterado para Condeúba, palavra indígena que significa fruto de árvore retorcida. Já em 14 de maio de 1861, o município se desmembrara de Caetité, conforme ato de instalação assinado pelo presidente da Câmara e Vereadores.
Ainda de acordo com a deputada, foi concedido foro de cidade à sede municipal por força da Lei Provincial 2673, de 28 de junho de 1889, que também alterou o topônimo do município e o do distrito sede para Condeúba.
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