O presidente da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado estadual Marcelino Galo (PT) representou a Assembleia Legislativa na 5ª Jornada de Agroecologia da Bahia, realizada entre os dias 19 e 23 de abril, em Porto Seguro. O parlamentar destacou a importância do evento como forma de articulação, divulgação, debates e reflexões sobre a agroecologia no Estado. “Também de defesa da produção de alimentos livres de venenos e de respeito ao território e a identidade sociocultural das comunidades que neles habitam”.
Autor dos projetos de lei que compõem a Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica e que propõem a Política Estadual de Incentivo à formação de Bancos Comunitários de Sementes e Mudas de Variedades e Cultivares Locais, Tradicionais ou Crioulos, ambos em tramitação na Assembleia Legislativa, Galo elogiou os movimentos sociais Teia dos Povos, o Movimento dos Trabalhadores, Assentados, Acampados e Quilombolas da Bahia (Ceta) e outros pela articulação e atuação à frente do evento. O encontro contou ainda com a 9ª edição dos Jogos Indígenas Pataxó 2017 e com a Feira de Economia dos Povos: Sementes crioulas, artesanatos, produtos orgânicos.
ARTICULAÇÃO
“Foi um prazer participar deste encontro, que é fundamental para a Bahia, onde pudemos debater também os principais pontos de nossos projetos de lei. De modo que é um evento exemplar e muito importante, pois fortalece a articulação de todos aqueles que defendem e lutam pelas soberanias alimentar, territorial e popular, com alimentos livres de veneno, sem agrotóxicos”, enfatizou o parlamentar, que é engenheiro agrônomo.
Durante a 5ª Jornada de Agroecologia da Bahia foram realizadas plenárias, rodas de conversa, espaço auto-organizado de mulheres, oficinas praticas, troca de sementes crioulas, mostra de filmes, atividades culturais, ciranda infantil, cortejo e demais espaços para o debate e compreensão horizontal sobre o tema “Terra e território: natureza, educação e Bem Viver”. Também participaram da jornada povos indígenas, quilombolas, sem terra, estudantes, agricultores, pescadores, marisqueiras, professores, pesquisadores, estudantes e interessados na defesa da agroecologia na Bahia.
REDES SOCIAIS