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Arimateia fala sobre situação da tuberculose na Bahia

Publicado em: 21/03/2017 00:00
Editoria: Diário Oficial

Parlamentar participou do evento "Unidos para o Fim da Tuberculose"
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Na semana que marca o Dia Mundial de Mobilização e Luta Contra a Tuberculose, comemorado anualmente no dia 24 de março, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde e Pesquisas Afins na Bahia, deputado estadual José de Arimateia (PRB), palestrou no evento intitulado “Unidos para o Fim da Tuberculose”. A reunião aconteceu na tarde de ontem, no auditório do Hospital Especializado Octávio Mangabeira (HEOM), instituição com 74 anos de existência e referência no estado no tratamento de doenças respiratórias. 
A Bahia ocupa o 3°lugar com maior incidência da enfermidade no país, além de anualmente reunir mais de 4.500 novos casos de pacientes com a doença.

O ato acontece no período de 20 a 30 de março e objetiva reunir profissionais de saúde e a Sociedade Civil em geral na expectativa de promover uma série de discussões em torno do tema. Nesses dias, o objetivo é adotar novas medidas para o controle da doença apontada como uma das infecciosas que mais mata no Brasil. 

Com o tema “O Poder Legislativo no Enfrentamento Pelo Fim da Tuberculose na Bahia”, o deputado Arimateia apresentou  dados alarmantes da enfermidade no Brasil e na Bahia, pontuou as deficiências dos serviços no setor, principalmente no que se refere à situação de vulnerabilidade social. Na oportunidade, ele falou da importância da aprovação do Projeto de Lei 21726/2015, de sua autoria, para a criação da Semana de Conscientização da Tuberculose, a ser comemorado entre 22 a 28 de março na Bahia. “A tuberculose ainda é um dos problemas mais preocupantes na Saúde Pública da nossa Bahia. A redução desses índices só será possível se todos os poderes e sociedade unirem forças para uma disseminação do conhecimento, através da informação”, opinou Arimateia.

PRIVATIZAÇÃO

Durante a cerimônia, os profissionais de saúde, servidores e pacientes do HEOM, localizado no bairro do Pau Miúdo, em Salvador, prometeram discutir no dia 30 de março, último dia do evento, por meio de uma mesa redonda, a questão da privatização da unidade, pois acreditam que a instituição deve ser fortalecida, não privatizada.


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