A passagem do aniversário dos 55 anos de emancipação política de Quijingue, no dia 15 de março, foi lembrada na Assembleia Legislativa pelo deputado Gika Lopes (PT). Em moção de congratulações à população local, o parlamentar contou que o município da região sisaleira surgiu a partir de uma fazenda chamada “Onça”, de propriedade de Gregório José de Almeida.
De acordo com o petista, anualmente era comemorado o Dia de São João da Onça. “Em razão do sucesso alcançado, a festa passou a chamar-se São João da Onça, sendo frequentada por todos os moradores das regiões vizinhas, onde aconteciam queima de fogos, fogueiras e outras atividades juninas”, observou Gika no documento.
Com o passar do tempo, acrescentou o deputado, a festança foi transferida para a Fazenda Lagoa Grande, que a partir de então passou a contar com um fluxo de pessoas cada vez maior, sendo construídos os primeiros casebres e a capela. Em 1893, chegou à região Antonio Vicente Mendes Maciel, o Antonio Conselheiro. “Nesse período, o povoado foi visitado pelos revoltosos que inquietavam a população”, relatou o autor da moção.
Pertencente ao município de Tucano, o povoado passou a ser denominado distrito de Triunfo. Com o crescimento do numero de habitantes surgiram os primeiros movimentos para a emancipação política, que veio a se concretizar em 15 de março de 1962, através da lei 1.640.
“Quijingue desenvolveu também um bom comércio popular, uma feira livre nos dias de segunda-feira, onde podem ser encontrados aparelhos domésticos, roupas, tecido em geral, calçados, artesanatos, hortaliças, legumes e outra gama de produtos agrícolas produzidos na região”, concluiu Gika.
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