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Deputada saúda os 40 anos da Fundação Odebrecht

Publicado em: 02/01/2006 18:00
Editoria: Diário Oficial

Sônia Fontes contou a história da empresa que trabalha para "servir à comunidade"
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A passagem dos 40 anos da Fundação Norberto Odebrecht foi saudada na Assembléia Legislativa pela deputada Sônia Fontes (PFL). Ela apresentou uma moção de aplausos à entidade, na qual contou um pouco da história dela, criada em 1965 e com sede em Salvador. A fundação é uma instituição privada, sem fins lucrativos, mantida pela Organização Odebrecht, que inicialmente tinha como objetivo prover os integrantes da construtora de benefícios que a Previdência Social não abrangia ou cobria de forma inadequada.

"Cinco anos de trabalho foram suficientes para se perceber que não bastava fomentar idéias e apresentar soluções, pois o governo não tinha condições de colocá-las em prática sozinho", lembrou a deputada na moção. "As idéias davam luzes, mas não resolviam as questões sociais: essa constatação levou a Fundação Odebrecht a repensar o seu papel, estimulada pelo desafio de desenvolver metodologias e estratégias de intervenção social na comunidade", observou.

Em 1988, continuou Sônia Fontes, foi escolhido como foco a educação do adolescente para a vida, visando sua formação como cidadãos responsáveis, conscientes, produtivos, participativos e solidários. Segundo ela, ao se deparar com os baixos índices de desenvolvimento humano (IDH) do Baixo Sul, o engenheiro e empresário Norberto Odebrecht decidiu assumir a sua parte, anunciando a função de servir à comunidade.

A região do Baixo Sul da Bahia, localizada a 270km de Salvador, abrange uma área de 9.139 quilômetros quadrados, com 259 mil habitantes distribuídos nos municípios de Valença, Tancredo Neves, Cairu, Taperoá, Nilo Peçanha, Ituberá, Piraí do Norte, Igrapiúna, Camamu, Ibirapitanga e Maraú. "Esses 11 municípios integram o DIS Baixo Sul, programa de desenvolvimento integrado sustentável da Fundação Odebrecht pautado por um modelo de governança, no qual o primeiro, segundo e terceiro setores trabalham de forma complementar, o que está mudando a cultura e a estrutura das comunidades locais", concluiu ela.



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