O deputado J. Carlos (PT) apresentou na Assembléia Legislativa uma moção de congratulações a atriz baiana Valderêz Freitas Teixeira e ao cineasta Edgar Navarro, que estreou seu primeiro longa metragem, intitulado "Eu me lembro", no 38º Festival de Brasília de Cinema Brasileiro. O filme conquistou sete candangos, nas seguintes categorias: melhor filme (júri oficial e prêmio da crítica), melhor roteiro, melhor direção, melhor atriz (Arly Arnaud), melhor atriz coadjuvante (Valderêz Freitas Teixeira) e melhor ator coadjuvante (Fernando Neves). A película retrata um inventário dos grandes movimentos que mudaram a face do país de meados da década de 50 até a década de 70.
"A atriz Valderêz Freitas Teixeira, 69 anos, é casada, tem sete filhos, sendo que um deles é advogado deste gabinete, Dr. Paulo Teixeira, e oito netos", contou o deputado petista no documento, acrescentando que ela nasceu e foi criada no município de Salobrinho, em Ilhéus. J. Carlos relatou ainda que Valderêz ganhou prestígio nacional quando interpretou o papel de uma lavadeira na novela Renascer da Rede Globo. Atualmente, ela faz parte do grupo de teatro Arte em Movimento, da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC).
Já Edgar Navarro, prossegue o petista, começou no cinema em 1976, através da bitola super 8mm, com a realização de diversos filmes, a maioria deles premiados em festivais da categoria. Em seguida, dirigiu dois curtas em 35 mm ? "Porta de Fogo", sobre a morte do capitão-guerrilheiro Carlos Lamarca no Sertão da Bahia e "Lin e Katazan", baseado em texto de Chico Buarque. Em 1989, concluiu "Superoutro", média metragem sobre um louco de rua, espécie de Dom Quixote do terceiro mundo que tenta libertar-se da miséria através de sua imaginação alucinada. Em 1995, dirigiu o vídeo-documentário "Talento Demais", cujo tema é a história do cinema baiano.
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