Por ter completado 55 anos de emancipação política, Amélia Rodrigues recebeu moção de aplauso do deputado Carlos Geilson (PSDB) extensiva aos “amelienses, nativos ou de coração, que tanto de se empenham para tornar a cidade um lugar cada vez melhor para todos”. O parlamentar resgatou a história do município, que começou “quando o então governador do Brasil, Dom Diogo de Menezes, doou essa terra aos irmãos Luiz Vaz e Manoel Nunes Paiva. A doação foi realizada por volta do início do século XVII, mas já no ano de 1622 a área foi transferida para o Mosteiro de São Bento da Cidade do Salvador. No terreno transferido, os religiosos construíram o engenho São Bento de Inhatá, primeiro ponto habitado da região.
Em 1702, conta Geilson, “membros do mosteiro ergueram no território uma capela dedicada a Nossa Senhora da Lapa, padroeira local, que originou o povoado da Lapa, cujo desenvolvimento foi impulsionado pela cultura da cana-de-açúcar. No ano de 1936, a localidade alcançou o nível de distrito, subordinado a Santo Amaro da Purificação. Por volta de 1940 a Lapa teve o nome modificado para Traripe”. E em 1961 a nominação foi alterada para Amélia Rodrigues, uma homenagem à educadora e poetisa que nasceu na região.
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