“E o teu povo tão cheio de vida só trabalha por ver-te elevada”. Esses são alguns dos versos do Hino à Feira de Santana, composto pela poetisa Georgina Erisman, e que demonstra o quanto a população local batalhou e batalha para que o município cresça mais e mais. É com esse espírito que Feira de Santana completou 183 anos de emancipação neste domingo, dia 18. Para homenagear sua terra natal, o deputado estadual Carlos Geilson. (PSDB) apresentou moção de congratulações na Assembleia Legislativa da Bahia.
“Minha querida Princesa do Sertão. Terra do meu coração, terra em que eu nasci, me criei, criei meus filhos e moro até hoje. Nesta data tão importante venho te abraçar e te agradecer por ser essa mãe tão acolhedora. Parabéns a todos os feirenses, que ajudam a construir uma Feira de Santana mais próspera”, frisou Geilson.
A história da localidade começou no século XVIII, quando o casal Domingos Barbosa de Araújo e Anna Brandão ergueu, em suas terras, uma capela dedicada à sua santa de devoção, Senhora Sant’Anna. A propriedade se chamava Fazenda Sant’Anna dos Olhos D’Água, em referência à santidade e às inúmeras nascentes d’água existentes na região naquela época, fontes naturais que até hoje “lutam contra o poder destrutivo do homem”, disse o deputado.
Município do interior do Nordeste brasileiro com maior número de moradores e mais populoso do interior baiano, Feira de Santana tem no comércio uma das molas propulsoras da sua economia. Grandes indústrias também se instalaram em seu território. Como canta o feirense Carlos Pitta, “todos os caminhos levam a Feira de Santana”. E isso ocorre desde a fase “embrionária” do lugar.
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