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Bobô aplaude os medalhistas baianos

Publicado em: 23/08/2016 00:00
Editoria: Diário Oficial

Comunista afirmou que a "Bahia fez o Brasil brilhar nas Olimpíadas"
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Para destacar o papel dos medalhistas e atletas baianos que ajudaram o Brasil a conquistar o maior número de medalhas na história dos Jogos Olímpicos, o deputado estadual Bobô (PC do B), presidente da Comissão de Desporto, Paradesporto e Lazer, apresentou,  na Assembleia Legislativa, moção de aplauso, com menção honrosa, aos atletas baianos medalhistas nas Olimpíadas Rio 2016: Robson Donato Conceição (medalha de ouro no boxe), Isaquias Queiroz dos Santos (duas medalhas de prata e uma de bronze na canoagem), Erlon de Souza Silva (medalha de prata na canoagem classe 2, com Isaquias) e Walace Souza Silva (medalha de ouro no futebol masculino).

“Diante desses grandes feitos, reafirmo o compromisso do meu mandado de deputado estadual pelo PC do B em contribuir para o desenvolvimento do esporte na Bahia e para melhorar a qualidade de vida do nosso povo. Esses atletas ajudaram o nosso país a conquistar o maior número de medalhas na participação brasileira na história dos Jogos Olímpicos. Orgulham a Bahia e são vistos como heróis olímpicos. O melhor é que serão vistos como exemplos de superação e de comportamento exemplar para nossas crianças e jovens. Eles possuem a mesma história de milhões de brasileiros de família humilde, que viram no esporte a possibilidade de uma vida digna”, afirma o parlamentar.

Ainda segundo Bobô, as conquistas mostram que se o poder público e as grandes empresas investirem mais no esporte seremos uma potência esportiva e uma Nação com mais justiça social. “Nesse momento extraordinário para a Bahia e o Brasil, é fundamental reforçar a importância do esporte se tornar política de Estado e ferramenta de transformação de vidas. Mais do que celebrar as medalhas, exaltamos histórias de vida vencedoras de novos heróis baianos e orgulhos nacionais”, enfatiza.
HISTÓRIA

Na moção, o comunista resgata a história dos medalhistas, como o canoísta Isaquias Queiroz, o maior medalhista do Brasil em uma mesma edição dos Jogos, ao conquistar bronze nos 200m individuais, e duas pratas nas provas de 1.000m individuais e em dupla da canoagem velocidade. Falou da vida difícil do atleta em Ubaitaba e como foi descoberto para o esporte no projeto social Segundo Tempo, criado pelo governo Lula. 

Também falou do amigo medalhista Erlon Silva, que nasceu em Ubatã, em uma família humilde e trabalhava como tirador de areia, tendo que remar até o meio do Rio de Contas, saltar da embarcação e usar uma pá para retirar do solo o material que posteriormente seria usado em construções.

Destacou a história do pugilista Robson Conceição, que nasceu em Salvador, crescendo com a avó e a mãe no bairro de Boa Vista de São Caetano. Lembrou que ele começou a trabalhar cedo para se sustentar e ajudar a família, como feirante na barraca da Dona Neusa. Depois foi carregador de compras, vendedor de picolé na praia, ajudante de pedreiro e vendedor ambulante na sinaleira. Sua medalha é o primeiro ouro olímpico do boxe brasileiro.

Exaltou o medalhista de ouro no futebol masculino Walace Souza, natural de Salvador, mas que começou a carreira em Simões Filho. Foi convocado para a Seleção Olímpica em substituição a Fred e estreou na competição contra o Haiti ao substituir Elias.


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