A Assembleia Legislativa participou da Feira Literária de Mucugê (Fligê), que movimentou aquela atraente cidade Chapada Diamantina no último final de semana com um stand, onde foram distribuídos livros editados através do programa Assembleia Cultural que só na gestão do presidente Marcelo Nilo já lançou mais de 180 obras. Essa primeira participação do Legislativo será complementada com a assinatura de convênio com 15 prefeituras do entorno de Mucugê, para a cessão de livros para as bibliotecas dessas cidades.
O deputado Marcelo Nilo foi representado no evento pelo deputado Zé Raimundo (PT), professor doutor em História e intelectual sempre atento às questões relacionadas com a cultura da Bahia – responsável pelo ingresso do programa Assembleia Cultural no roteiro de feiras literárias da Bahia com essa estreia. Para o presidente da Assembleia, a iniciativa se repetirá em eventos afins, pois é necessário interiorizar o processo de distribuição da produção editorial do parlamento que é dificultado pelo alto custo das despesas postais, que tornam o envio das obras bem mais caro do que a produção e impressão dos próprios livros.
A Fligê contou também com o apoio da administração estadual e teve a presença do secretário de Cultura, Jorge Portugal, e do presidente da Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo, bem como de intelectuais como o poeta José Carlos Capinam – presentes em palestras e conferências. O deputado Zé Raimundo fez questão de comparecer no stand da Assembleia na Praça Coronel Propércio (Calçadão), ao lado de outros dez que foram instalados no local para exposição de 20 editoras e autores independentes.
No sábado foram distribuídos livros do programa Assembleia Cultural que falam de figuras da região, como “O chefe Horácio de Matos”, de Américo Chagas, “Cascalho”, de Herberto Sales, a coletânea do poeta de Vitória da Conquista “Camillo de Jesus Lima: obra poética”, volumes I e II, além do perfil do saudoso deputado Paulo Jackson, “Um Sindicalista na Política Baiana - A trajetória de Paulo Jackson, e de outros 30 títulos.
TURISMO
A Fligê começou na quinta-feira, dia 11, e seguiu até domingo, 14. Além dos stands com livros de várias editoras (inclusive universitárias) houve a realização de conferências, encontros, lançamentos, leituras guiadas, sessão de contadores de histórias para crianças, homenagens a escritores baianos e apresentações artísticas em diversos espaços da cidade. Todos com entrada gratuita. De acordo com a curadora do evento, professora Ester Figueiredo, o público presente ultrapassou o esperado, entre 800 a mil pessoas por dia.
A cidade de Mucugê, fundada no fim do século XVIII, é uma das mais antigas da região da Chapada Diamantina e foi um dos principais centros de exploração de ouro e de diamantes. Hoje, o turismo é uma das principais atividades econômicas. O colorido de jardins e canteiros floridos, a arquitetura colonial preservada, o cemitério bizantino, cachoeiras, vales e rios são alguns dos atrativos da cidade.
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