O deputado Jurandy Oliveira (PSL) homenageou, por meio de moção protocolada na Assembleia Legislativa, os municípios de Mascote e Canarana pela passagem das suas datas emancipatórias.
De acordo com Jurandy Oliveira, “a emancipação de Mascote representa uma conquista que deve ser festejada com muita alegria, já que tal acontecimento proporcionou maior autonomia para a região e estimulou o recebimento de recursos financeiros, que puderam ser revertidos em melhorias na qualidade de vida dos mascotenses”.
No que se refere à história, Jurandy Oliveira menciona que os primeiros habitantes do município de Canavieiras, ao qual Mascote pertencia, eram descendentes, em sua grande maioria, de portugueses que lá se estabeleceram nas primeiras décadas do ano de 1700. Em decorrência da existência de terras férteis, localizada às margens do rio Pardo, aqueles aventureiros iniciaram ali a exploração da cana-de-açúcar e do cacau vindo da região amazônica.
O crescimento das áreas exploradas tornou inevitável a formação de aglomerados urbanos que, posteriormente, transformaram-se em pequenos povoados. Mascote se destacou em relação aos demais por possuir um desenvolvimento acentuado em termos econômicos, razão pela qual foi elevado em 8 de agosto 1936 à categoria de distrito.
Frente ao pujante crescimento, e a partir da promulgação da Lei Estadual 1885/61, o então distrito de Mascote ficou totalmente desvinculado de Canavieiras, sendo elevando à categoria de município.
Já Canarana, segundo o deputado, tem sua “emancipação lembrada com um expressivo calendário cultural e esportivo, tendo em vista que representa uma conquista que deve ser festejada com muita alegria, já que tal acontecimento proporcionou maior autonomia para a região e estimulou o recebimento de recursos financeiros, que puderam ser revertidos em melhorias na qualidade de vida dos canaraenses”, analisa o parlamentar, adiantando que “a economia local é bastante diversificada e os solos apresentam elevada fertilidade natural”.
O município “foi primitivamente habitado pelos índios pataxós. As terras da atual sede municipal foram adquiridas pelo Conde da Ponte e sua esposa, Joana de Castelo Branco, que depois transferiram para a família Miranda, responsável pela organização da fazenda Canabrava”. Em 1890, “impulsionada pelo desenvolvimento acelerado, a Fazenda Canabrava recebeu o status de distrito do município de Morro do Chapéu, com a denominação Canabrava do Miranda”. Em 1938 o distrito passou a se chamar Miranda, e, posteriormente, Canarana, “que em botânica representa várias gramíneas que crescem às margens dos rios”.
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