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Fabíola quer Memorial Revolta dos Búzios na AL

Publicado em: 21/07/2016 00:00
Editoria: Diário Oficial

Socialista disse que espaço servirá também para reverenciar a importância histórica do movimento
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Fabíola Mansur propôs a criação, na estrutura administrativa da Assembleia Legislativa, do “Memorial Revolta dos Búzios”,  como espaço para celebração, visitação, registro, guarda de documentos, manuscritos e audiovisuais, relativos ao movimento social e político que culminaram com o assassinato dos heróis João de Deus, Lucas Dantas, Manoel Faustino e Luiz Gonzaga, que lutaram pela Independência do Brasil, sustentando a bandeira da liberdade, igualdade e fraternidade para o povo baiano.

O projeto de resolução de autoria da parlamentar tem o fito de, em função da importância histórica de que a Revolta dos Búzios está revestida, envolver a Assembleia Legislativa em uma iniciativa que busca resgatar a história sociopolítica da Bahia e, diante do material disponibilizado para leitura, pesquisa e conhecimento, mostrar ao cidadão e cidadã a gestação, ação e desenvolvimento de movimentos sociais ocorridos no Brasil-Colônia para entender o Brasil atual.

“Não seria outro lugar mais oportuno para instalação desse Memorial, senão um espaço dentro da estrutura da Assembleia Legislativa, local onde são reverberados todos os acontecimentos, tal qual o ocorrido em 1798, com a eclosão da Revolta de Búzios, marco da cidadania na história brasileira na Bahia e uma das mais importantes rebeliões urbanas ocorridas no Brasil”, justifica a deputada Fabíola Mansur.

 O movimento, também denominado Conjuração Baiana, foi o fato político mais relevante da nossa história política, pois teve como foco maior a luta pela liberdade, igualdade e fraternidade como pilares básicos para c0onquistar a democracia pela em nosso país, ressalta a deputada.

“Assim, é importante que a Assembleia Legislativa, cumprindo com sua finalidade constitucional, e através deste memorial, assuma o protagonismo e contribua para dar visibilidade à  história nacional, criando as condições objetivas para que os heróis negros baianos estejam nos corações e nas mentes das crianças e dos jovens para sempre”, concluiu Fabíola Mansur.


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