O município de Ipecaetá comemorou ontem 54 anos de emancipação político e administrativa. E, para homenagear a população ipecaetense, o deputado Carlos Geilson (PSDB) apresentou uma moção de congratulação na AL.
“Neste dia tão representativo, desejo que as políticas públicas de Ipecaetá sejam cada vez mais voltadas para a sua população, grande protagonista da sua história. Reafirmo aqui meu compromisso em lutar sempre por melhorias para todo município”, afirmou Geilson.
Nominado em 1943 como Ipecaetá, vocábulo tupi que significa “planta de casca grossa, planta cascuda”, porém até essa nominação muita coisa aconteceu. Habitado inicialmente pelos índios Ipecas (termo que corresponde à palavra pato), e com a presença acentuada dos patos silvestres, o seu território começou a ser mais desbravado no ano de 1889. Nessa época, Antônio Luís de Cerqueira, conhecido como Totonho do Pirim, iniciou uma pequena comunidade em meio à caatinga semiárida.
Em 1914 os novos habitantes do vilarejo edificaram a Igreja de Nossa Senhora de Lourdes, subordinada à paróquia de Santo Estevão. No ano de 1933, pelo Decreto 8389, o lugar alcançou o nível de distrito, sendo batizado de Patos e subordinado ao município de Cachoeira.
Dois anos depois, a localidade passou ao domínio de Santo Estevão. Em progresso crescente, o lugar foi elevado à categoria de município no ano de 1962, através da Lei Nº 1.726.
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