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Isidório aplaude os 205 anos da Associação Comercial da Bahia

Publicado em: 20/07/2016 00:00
Editoria: Diário Oficial

Deputado disse que entidade tem "suma importância histórica"
Foto: Arquivo/Agência-Alba
A passagem dos 205 anos de fundação da Associação Comercial da Bahia (ACB), no último dia 15 de julho, foi destacada na Assembleia Legislativa pelo deputado Pastor Sargento Isidório (PDT). Em moção de congratulações, o deputado definiu a ACB como “uma entidade de suma importância histórica e estratégica para a Bahia”.

De acordo com Isidório, a Associação  foi criada durante o Brasil Colônia para atender  três desejos: dos comerciantes (para terem um local digno onde pudessem se reunir regularmente e realizar negócios); do vice-rei do Brasil  D. Marcos de Noronha e Britto (interessado no desenvolvimento da província que governava, sede do maior porto do hemisfério sul na época) e do príncipe-regente D. João VI (que queria promover o progresso da Colônia, sede provisória da Corte Portuguesa).

“Tamanha dimensão histórica e econômica, no passado e no presente, torna a ACB um patrimônio de todos os baianos”, acredita o parlamentar. Ele também ressaltou o Palácio que sedia a Casa, devidamente construído no terreno remanescente da bateria de São Fernando, cedido pela Corte à época, mas custeado inteiramente por subscrições dos comerciantes da Bahia.

“Cravado no bairro do Comércio, a sede da ACB é uma aula de história viva que merece toda deferência, até porque desempenha funções importantes ainda hoje”, observou o deputado. Segundo ele, na última década antes do seu bicentenário, a ACB iniciou um programa de mobilização que visa o associativismo com a participação de micro, pequenas e médias empresas, para habilitá-las a se tornarem eficazes instrumentos de capacitação tecnológica, conhecimento de mercado e modernização.

“Hoje, a meta da presidência é dinamizar a equipe administrativa e fortalecê-la com convênios, renovando sempre seus quadros. Desse modo a história ACB vai abrilhantar e aprimorar a cadeias de negócios da nossa cidade e Estado”, concluiu Isidório, no documento.


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