Regina Weinberg, polonesa que chegou ao Brasil em 1943, é conduzida ao plenário por comissão de deputados...
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"Quero confessar também que o meu coração reside há muito tempo na Bahia". Foi com declarações de amor deste tipo que Regina Weinberg pontuou seu pronunciamento na sessão especial que lhe concedeu o título de Cidadã Baiana. Ela disse que receber a honraria era "motivo de grande satisfação".
"A organização que dirijo, a Vitae - Apoio à Cultura, Educação e Promoção Social, estabeleceu com inúmeras instituições públicas e privadas deste estado fortes laços de cooperação. Aqui encontramos importantes parceiros, além de vários amigos, nas três áreas em que temos atuado, desde 1985. Atribuo à bondade dos senhores e a esses vínculos profissionais e de amizade a honraria que me estão conferindo nesta oportunidade", afirmou, acrescentando que o "nosso principal aliado foi sempre a Fundação José Carvalho, com a qual tivemos a ocasião, logo no início de nossas atividades, para criar uma escola rural de alternância".
Regina Weinberg reconheceu que tem contribuído com esse projeto para consolidar e difundir um modelo bem sucedido de educação adequada às necessidades específicas da área rural. "Esse modelo seria reaplicado na Bahia em várias unidades e, mais tarde, nos estados de Sergipe e Pernambuco", informou.
O trabalho socioeducativo, realizado em conjunto com a Fundação José Carvalho, na construção dos Centros de Educação Complementar nos municípios de Pojuca e Feira de Santana, também foi mencionado pela homenageada. Já na área da cultura, ela destacou o apoio a vários museus, assim como o projeto do inventário de bens e móveis integrados pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Nacional.
"Agora, na realidade, não é a minha intenção, nessas breves palavras de agradecimento, apresentar uma lista dos projetos desenvolvidos por Vitae em parceria com o Estado da Bahia, com diversos municípios ou com importantes entidades privadas, mas quis apenas registrar que a Vitae sempre encontrou aqui parceiros interessados em melhorar as condições educacionais, culturais e sociais da população baiana. Essa foi, sem dúvida, uma experiência muito positiva no nosso trabalho, além do motivo de renovada satisfação", arrematou sem esconder a emoção.
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