Na manhã de ontem, os parlamentares reuniram-se para instalação das comissões permanentes da Assembleia Legislativa, com a definição dos membros e votação dos presidentes e vice-presidentes. Das dez comissões permanentes da Casa, sete foram estabelecidas e três serão compostas na manhã de hoje. As seis Comissões Especiais não estão sujeitas a este processo.
O peemedebista Hildécio Meireles foi reconduzido à presidência da Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo. A eleição se deu por unanimidade. Os deputados reconduziram também Ângela Sousa (PSD) à vice-presidência do colegiado, que continua com a composição original.
Também por unanimidade foram eleitos para presidência e vice-presidência da Comissão de Finanças, Orçamento, Fiscalização e Controle, respectivamente, os deputados Alex Lima (PTN) e Hildécio Meireles (PMDB). A unânime escolha se repetiu na votação do colegiado de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público, que terá novamente como presidente o deputado Eduardo Salles (PP) e vice Herzem Gusmão (PMDB).
Já os deputados Marcell Moraes (PV) e Marcelino Galo (PT) foram reeleitos às cadeiras de presidente e vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente, Seca e Recursos Hídricos. Por sua vez, o pedetista Roberto Carlos foi reeleito presidente da Comissão de Agricultura e Política Rural, tendo como vice Pablo Barrozo (DEM). Na gestão passada, o deputado assumiu a presidência do colegiado em lugar do deputado Vitor Bonfim, também do PDT, que assumiu a Secretaria de Agricultura do Estado.
A Comissão de Defesa do Consumidor e Relações de Trabalho, a exemplo das outras comissões permanentes instaladas ontem, também terá a mesma composição do ano passado. O presidente reeleito foi o deputado José de Arimateia (PRB) e o vice Bira Corôa (PT). Por fim, o deputado Marcelino Galo (PT) foi reconduzido à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública, tendo como vice o deputado Soldado Prisco (PSDB).
As comissões de Direitos da Mulher, Constituição e Justiça e Saúde e Saneamento ainda passarão pelo processo de composição dos membros e votação para presidente e vice-presidente. O adiamento foi motivado pela insuficiência de parlamentares dos referidos colegiados permanentes.
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