O falecimento da escritora baiana Myriam Fraga consternou o mundo cultural da Bahia e o sentimento ainda repercute na Assembleia Legislativa como demonstra a moção de pesar apresentada pelo deputado estadual Sandro Régis (DEM). “É voz corrente que poucas pessoas contribuíram tanto nas últimas décadas para o desenvolvimento e divulgação da cultura baiana como Myriam Fraga”, afirmou o democrata.
No documento, o parlamentar lembra que Myriam de Castro Lima Fraga nasceu em Salvador no dia 9 de novembro de 1937. Começou a escrever no fim da década de 1950 em jornais e revistas. O seu livro foi publicado em 1964 pela Editora Macunaíma, de Glauber Rocha. Lançou 13 livros e teve poemas traduzidos para o inglês, francês e alemão em antologias internacionais. Ela foi a primeira diretora da Fundação Casa de Jorge Amado, no Pelourinho.
Myriam Fraga foi eleita por unanimidade membro efetivo da Academia de Letras da Bahia e tomou posse em julho de 1985, passando a ocupar a cadeira número 13, que tem como patrono o poeta Francisco Moniz Barreto.
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