Para dar o devido reconhecimento ao exercício da profissão, o deputado Alan Sanches (PSD) apresentou projeto de lei que cria o Dia Estadual do Propagandista e Vendedor de produtos farmacêuticos, “pela importância da profissão e sua contribuição para o desenvolvimento da indústria farmacêutica, contribuindo também de forma decisiva com a área médica” porque, “geralmente por meio de folders explicativos, o propagandista explica o que determinado medicamento traz de benefícios e contraindicações para os pacientes”.
Os propagandistas, opina Sanches, “necessitam cada vez mais de se qualificarem e conhecerem os produtos com que trabalham. Para isso, submetem-se a uma série de treinamentos e a aplicação de testes e provas para verificar se absorveram adequadamente o conteúdo necessário para a visitação em clínicas e hospitais”. E todo o esforço de qualificação desse profissional tem por objetivo proporcionar maior credibilidade da informação passada ao médico, “cooperando, assim, com a solução para o problema de muitos pacientes e fomentando o crescimento da indústria farmacêutica”.
Segundo constatação do parlamentar, hoje a grande maioria dos propagandistas que ingressa neste mercado já possue ensino superior completo, “uma exigência das empresas pois proporciona uma melhoria nesse tipo de serviço e, consequentemente, passaram a exigir profissionais cada vez mais qualificados”. E com a finalidade de facilitar a compreensão da linguagem e conhecimentos técnicos, “alguns laboratórios buscam propagandistas com formação na área de saúde, como farmácia e biomedicina”.
A profissão foi regulamentada em 1975 e é “extremamente importante para os laboratórios – que dependem do bom desempenho do propagandista para a divulgação de seus medicamentos – e para os médicos, que são atualizados constantemente das novidades que surgem no mercado”, justifica Alan Sanches.
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