MÍDIA CENTER

Sanches reivindica mais higiene nos óculos 3D

Publicado em: 31/12/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

Medida evita problema de saúde, diz deputado
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Todos os cinemas e demais estabelecimentos ou casas de espetáculos que venham a exibir em seus espaços filmes denominados tecnicamente como de 3D -Terceira Dimensão -, ficam obrigados a disponibilizar para o espectador, óculos apropriados, em invólucros hermeticamente fechados e devidamente higienizados na forma individual”. Esta obrigação é determinada em projeto de lei do deputado Alan Sanches (PSD), que  alerta para o fato de estes óculos transmitirem doenças  e terem que ser devolvidos após utilização. “A obrigatoriedade da higienização desses equipamentos torna o público assistente e demais cidadãos livres de epidemias e de outras contaminações, a ação simples de higienizarem os óculos de 3D com solução alcoólica, torna-se uma medida simples, e que poderá evitar problemas de saúde pública, com sérios prejuízos para o Estado e para a economia privada”.  

Isto porque, explica Sanches, “apesar dessa tecnologia denominada de avanço tridimensional, fato conseguido somente com a utilização efetiva desses óculos especiais que, devido a exposição coletiva, pode levar os espectadores a contraírem doenças infectocontagiosas, a exemplo da conjuntivite viral, e outras semelhantes, levando muitas pessoas a terem que ausentarem-se de suas atividades laborais em face dessas doenças transmissíveis, ocasionando prejuízos em toda cadeia produtiva e seguimentos outros, podendo ocasionar epidemias”.  

Estes óculos, continua o parlamentar, “não são descartáveis e não sofrem um tratamento de higienização adequada, nem constando qualquer observação quanto aos perigos da sua utilização, ocorrendo inclusive em algumas películas exibidas a entrega do mesmo na portaria, ao tempo em que de forma automática é fornecido a outros espectadores que assistirão sessões posteriores, fato este que põe em risco uma grande camada da população inclusive de crianças e idosos”. Este risco pode acabar se o projeto for aprovado e sancionado


Compartilhar: