A ameaça do mosquito aedes aegipty, responsável pela transmissão da dengue, da chikungunya e do zika vírus; e que, segundo estimativas, infectou mais de 500 mil pessoas durante este ano em todo o Brasil levou o deputado Alan Castro (PTN) a protocolar indicação ao governo do Estado e à Secretaria de Saúde, solicitando a distribuição de uma cartilha com orientações de produção de repelentes caseiros para a população.
“A solução está nos repelentes caseiros, bem mais baratos. Assim, indico ao governador Rui Costa e ao ilustríssimo Secretário Fábio Vilas Boas, a urgente elaboração e distribuição da cartilha acima mencionada, para proteger a nossa gente e as nossas crianças”, diz o parlamentar.
Segundo o deputado, recentemente este vírus foi associado à síndrome de Guillian-Barré, que leva o paciente a várias complicações e pode levar a óbito. Outra relação com o vírus pode ser a microcefalia, doença que ameaça os bebês ainda no útero materno e em 90% dos casos causa um retardo mental que o acompanhará por toda a vida. “Os números são alarmantes! Até o fim de novembro, haviam sido registrados 1.761 casos de microcefalia em 422 municípios de 13 estados brasileiros e no Distrito Federal”.
REPELENTE
Para o deputado, a melhor defesa contra o mosquito, e as possíveis enfermidades, está nos repelentes. Ainda acrescenta que a alta procura por repelentes, está acabando com os estoques do comercio e o repelente caseiro seria uma alternativa pra a população, conseguindo atender inclusive aqueles que não têm condições de adquirir o produto por falta de verba.
E são justamente os mais humildes as maiores vítimas do mosquito! Os casos de dengue, zika, Guillian-Barré e microcefalia são mais numerosos nos estados do Nordeste, devido à precariedade do saneamento e às más condições socioeconômicas. A Bahia é o terceiro estado do Brasil com maior incidência de microcefalia, tendo registrado 180 casos até o dia 5 de dezembro.
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