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ANIVERSÁRIO DE SERRA PRETA - Sanches destaca a hospitalidade dos moradores da localidade

Publicado em: 22/12/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

Deputado comemorou os 62 anos do município
Foto: Arquivo/Agência-Alba
 A passagem dos 62 anos de emancipação política de Serra Preta, no último dia 19 de dezembro, foi destacada na Assembleia Legislativa pelo deputado Alan Sanches (PSD). Em moção de congratulações à população local, o parlamentar contou que o município, localizado na microrregião de Feira de Santana, é pacato, hospitaleiro e de clima agradável.

 De acordo com Sanches, o nome Serra Preta foi originado pela presença de matas fechadas que existiam por toda a região e que sombreava sua sede. O município limita-se com os municípios de Riachão do Jacuípe, Ipirá, Ipecaetá e Anguera e sua população atual, segundo último censo do IBGE, é de pouco mais de 15 mil habitantes.

“A história de Serra Preta confunde-se com a maioria das cidades circunvizinhas, todas de origens indígenas com predominância tupi-guarani, tendo sido colonizada pelo português Brás Reis da Ação, nos idos de 1673, arrendada a seguir a Inácio Carneiro de Oliveira Santana e Joaquim de Oliveira Santos, montando-se ai um importante engenho de cana-de-açúcar”, explicou Alan Sanches, na moção.

De acordo com ele, as ruas ainda guardam a memória da sua criação com vielas estreitas e calçadas em pedra bem como a arquitetura de suas casas muito parecidas com as cidades da Chapada Diamantina. A economia principal de Serra Preta é a agropecuária, com um rebanho bovino estimado em cerca de quase 32 mil cabeças apesar das perdas oriundas dos longos períodos de grandes estiagens que vem ocorrendo nas últimas décadas. 

 “Seu comércio por outro lado frutificou seguindo a linha de muitos anos quando serviu de hospedagem para marchantes e suas tropas de burros que vinham do recôncavo para abastecer a caatinga de farinha, charque, fumo e aguardente, bem como outros gêneros, deixando portanto o legado de bares, pousadas e restaurantes, apesar de sua economia girar em torno de trabalhadores autônomos, aposentadorias e culturas de subsistência”, concluiu ele.


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