O jornalista Carlos Navarro reuniu cerca de 300 pessoas, na Casa do Comércio, no lançamento de sua primeira incursão pela ficção. Editado pela Assembleia Legislativa, o livro “Goroba” reúne 18 contos escritos pela doce pressão de todos que conhecem sua intimidade, com as letras e a capacidade de contar histórias, burilada por 40 anos de reportagem. A obra é o 161º livro publicado pelo programa Assembleia Cultural na gestão do presidente Marcelo Nilo, que expandiu o alcance do programa editorial do Legislativo transformando uma ação de marketing em uma ferramenta de fomento cultural.
Foram à solenidade de lançamento, secretários de Estado, deputados (e ex-deputados), publicitários, desembargadores e ex-desembargadores), políticos, familiares, amigos, e principalmente, jornalistas. Gerações de jornalistas que militaram com Carlos Navarro em redações, assessorias de imprensa e campanhas políticas. O secretário Nestor Duarte elogiou o programa editorial do Legislativo, parabenizando o deputado Marcelo Nilo por essa iniciativa e lembrou que o autor de “Goroba” é um dos mais completos e corretos profissionais de imprensa em atuação na Bahia.
O ex-desembargador Carlos Dultra Cintra igualmente louvou o programa Assembleia Cultural, dedicando palavras de amizade e respeito ao “escritor Carlos Navarro”, lamentando apenas que ele não tivesse encontrado tempo antes para enveredar pela literatura. O presidente Marcelo Nilo não pode ir parabenizar a “Navarrinho”, pois ficou retido pela realização de sessão extraordinária das comissões técnicas que deliberavam sobre uma emenda Constitucional.
Foi representado pelo professor Délio Pinheiro, Assessor para Assuntos de Cultura da Casa, que salientou a força do trabalho de Carlos Navarro, que “através de reminiscências, experiências pessoais, imaginação e uma linguagem concisa, que resgata expressões e palavras agora pouco usuais, que reunidas resultam num todo de elevado valor literário e poético”. Délio Pinheiro é autor do prefácio do livro, que é ilustrado pelo artista plástico e cartunista Borega. O volume teve projeto gráfico de Bira Paim e foi impresso pela Empresa Gráfica da Bahia.
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