“É uma imensa satisfação festejar um dos capítulos mais importantes da história de Serra Preta, que se desenvolveu pelo constante trabalho e empenho dos serrapretenses”. Essas foram as palavras do deputado Jurandy Oliveira (PRP), na Moção de Congratulações pelos 62 anos de emancipação político e administrativa do município.
No que se refere à história local, o deputado conta que a região era primitivamente habitada pelos índios paiaiás. O território integrava a sesmaria concedida ao sertanista João Peixoto Viegas, em 1655, pelo governador-geral Dom Jerônimo de Ataíde. No final do século XVIII, Inácio Carneiro de Oliveira arrendou uma faixa de terra dos herdeiros da sesmaria, onde desenvolveu a agropecuária.
Mais tarde, José Pereira Mascarenhas, procedente do Piauí, fixou-se em uma das elevações existentes na fazenda Queimadas, onde construiu um engenho de açúcar, formando-se o povoado de Boa Vista. Em 1831, alterou-se o topônimo para Serra Preta, em virtude de existir na área uma elevação com esse nome.
O ex-distrito do município de Camissão foi elevado à categoria de município com a denominação de Serra Preta, pela Lei Estadual 604, de 19 de dezembro de 1953, desmembrado do município de Ipirá.
Com população de aproximadamente 15.500 habitantes e território de 537 km², o município de Serra Preta está localizado na área de expansão metropolitana de Feira de Santana, a 162 km de Salvador, no semiárido baiano e tem sua economia preponderantemente estruturada na agropecuária.
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