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Moções de Pesar apresentadas por vários partidos políticos

Publicado em: 25/11/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

Sandro Régis (DEM), Pablo Barrozo (DEM), Euclides Fernandes (PDT), Bobô (PCdoB),Aderbal Caldas (PP), Adolfo Viana (PSDB), Hildécio Meireles (PMDB) e Nelson Leal (PSL)
Foto: Arquivo/Agência-Alba
A morte do ex-governador Lomanto Júnior consternou a Assembleia Legislativa. Até o fechamento do expediente da Secretaria Geral Da Mesa, oito parlamentares do solidariedade pela perda do tradicional político de Jequié. O líder da oposição, Sandro Régis (DEM) se dirigiu diretamente ao colega de bancada Leur Lomanto (PMDB), neto do falecido e seus familiares.

Régis destacou a histórica trajetória de Lomanto Júnior, na sua opinião um político de extraordinária visão estratégica, moderna e construtiva. “Não apenas a Bahia está de luto, mas o país inteiro que, de certa forma, foi beneficiado e influenciado pelo espírito progressista e humanitário de Lomanto”, disse. A própria bancada de oposição se manifestou por meio de moção assinada pelo vice-líder Pablo Barrozo (DEM), em que, além de lamentar a morte, ressalta “o importante legado deixado por ele, com exemplo de generosidade, ética e fé no futuro”.

O deputado Euclides Fernandes (PDT), que se desenvolveu na política na mesma Jequié de Lomanto, disse que o ex-governador traçou “uma das carreiras políticas mais ricas da Bahia”, com todos os cargos que exerceu tendo sido conquistados nas urnas. O parlamentar lembrou que o político costumava dizer que enfrentou muita resistência por não fazer parte da elite dirigente do estado: “Juracy, os grupos econômicos e as oligarquias. Eu era um ilustre desconhecido, um humilde prefeito do interior que se arvorava a ir de encontro aos desejos da elite dominante”.

O deputado Bobô (PCdoB) também prestou solidariedade, “nesse momento de dor à família e em especial ao amigo e deputado Leur Lomanto Júnior. Temos a certeza de que as realizações do seu avô no governo baiano foram importantes para o desenvolvimento do nosso estado e servirão de exemplo para futuras gerações contribuírem com a construção de uma Bahia cada vez melhor”. O deputado Aderbal Caldas (PP) registrou que “o mundo político baiano recebeu, com muito pesar, a notícia do falecimento ocorrido no Hospital Português”. Para ele, a trajetória de Lomanto “é um marco histórico em nossa vida política”.

O deputado Adolfo Viana (PSDB) citou, em sua moção, “as obras de grande relevância para o estado, tais como a rodovia Rio-Bahia, a estrada que ligaFeira de Santana e Juazeiro, o Teatro Castro Alves e a ampliação da Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso. Depois de também enumerar as muitas realizações e ressaltar a conduta ilibida, o deputado Hildécio Meireles (PMDB) disse não haver dúvidas da perda que a morte de Lomanto representa para a política baiana.

Para Nelson Leal (PSL), a história de Lomanto é “eivada de ocorrência inacreditáveis e recordes”, lembrando como ele conseguiu manter o cargo de governador, após sofrer cassação pela Assembleia Legislativa, com anuência dos comandantes do Exército local, mas sustado pelo comandante do IV Exército, General Justino, sediado em Recife. “Com sabedoria e a consciência de um grande estadista, conseguiu  terminar o seu mandato com todo o prestígio e, ao passar o cargo para Luiz Via fi lho, foi carregado pelo povo”, contou


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