Palavras de louvor a Deus e a Jesus Cristo predominaram na sessão especial em homenagem aos 70 anos da Associação Batista de Salvador, realizada na manhã de ontem na Assembleia Legislativa da Bahia. Proposta pelo deputado Carlos Ubaldino (PSD), a sessão contou com a presença de muitos pastores, que destacaram a função social e missionária da Igreja Batista na Bahia e no Brasil. Também participaram do evento líderes e membros de igrejas da capital, Região Metropolitana e interior.
Além da pregação religiosa e da história da Associação Batista de Salvador, a sessão na Assembleia foi marcada pelas palavras de reconhecimento e gratidão ao casal de missionários americanos Daniel e Nancy Callis, da International Mission Board (IMB). Depois de 35 anos de serviços prestados aos batistas baianos, eles vão retornar aos Estados Unidos. Eles tiveram uma atuação muito importante na Bahia batista, como por exemplo na construção do Centre, o Acampamento Batista Baiano; e na criação do Projeto Vidas Preciosas, de Narrativas Bíblicas nas escolas.
GRATIDÃO
O deputado Carlos Ubaldino expressou a gratidão dos batistas ao casal de missionários. Enquanto estiveram na Bahia, disse Ubaldino, Daniel e Nancy Callis “combateram o bom combate”. O pastor Milton Rocha, presidente da Associação Batista de Salvador, expressou sua alegria pelo convívio com o casal que, segundo ele, “ajudou a levar esperança para os irmãos da congregação”.
Para o pastor Edson Oliveira, as obras do casal de missionários testemunham a respeito deles. “Ao caminharmos nessa vida, as marcas de nossas pisadas impregnarão o chão. Essas marcas falarão de nós e por nós”, disse ele. No final da sessão, o casal foi homenageado com uma placa comemorativa. “Não nos sentimos merecedores dessa homenagem. Queremos direcionar qualquer honra ao Senhor, porque nos movemos e existimos por ele”, agradeceu o missionário Daniel Callis.
Outro religioso que discursou no evento foi o pastor Ivan Luna, presidente da Ordem Batista do Brasil - secção Salvador. Ele falou sobre as dificuldades de manter o trabalho social e missionário da igreja com tão poucos recursos. “Mas Deus nos chama não para fazer uma obra com dinheiro. Ele nos chama para viver uma obra que nos exige renúncia. De fazer o bem no lugar onde estivermos”, ensinou ele.
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