“Ao fazer essa justa e merecida homenagem ao importante município de Vitória da Conquista pela passagem do aniversario de sua emancipação política e administrativa, desejo, também, enaltecer a garra e o sentimento desenvolvimentista dos conquistenses”> Estas foram as palavras do deputado Sandro Régis (DEM), presentes na Moção de Congratulações ao aniversário da cidade.
No documento, somado aos atos da Casa Legislativa, o deputado faz um levantamento histórico da formação da cidade. Segundo dados obtidos, após o período de dominação indígena, a origem do núcleo populacional de Vitória da Conquista está relacionada à busca do ouro, introdução da atividade pecuária, e ao próprio interesse da metrópole portuguesa em criar um aglomerado urbano entre a região litorânea e o interior. A cidade foi elevada à categoria de vila com a denominação de Vitória, pela Lei Provincial n° 124, de maio 1840, desmembrado-a do município de Caetité. Em 9 de novembro de 1840 foi elevada à categoria de município. Só em dezembro de 1943, através Lei Estadual nº 141, o nome do município foi modificado para Vitória da Conquista.
O desenvolvimento de Vitória da Conquista, compreendendo os municípios de Barra do Choça, Planalto e Poções, começou com a produção de café. Entretanto, a partir de 1975, esta cultura agrícola foi incrementada com financiamentos por parte de bancos oficiais, passando a região a ser a maior produtora do norte e nordeste do Brasil. A partir do final de 1980, Conquista realça a sua característica de polo de serviços.
A educação, a rede de saúde e o comércio se expandem, tornando a cidade na terceira economia do interior baiano. Esse polo variado de serviços atraiu naturalmente a população dos municípios vizinhos. Acrescente-se a todo esse potencial um importante polo industrial que passou a se concretizar com a criação do Centro Industrial dos Imbores.
A partir do ano de 2007 foi considerado o marco inicial de um novo ciclo na agricultura regional, fundamentado no plantio da cana de açúcar, para produção sobretudo do etanol; e no plantio de eucalipto, destinado a produção de carvão para a industria siderúrgica do norte de Minas Gerais. Também essências e madeira cerrada, que substituem a madeira nativa, cada vez mais escassa; e as micro industrias instaladas em todo o município gerando trabalho e renda
REDES SOCIAIS