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Médicos falam na AL sobre os tipos de cânceres e psoríase

Publicado em: 30/10/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

Na mesa redonda, foram discutidos diagnóstico, tratamento, cura e qualidade de vida
Foto: Arquivo/Agência-Alba
“Diagnóstico, tratamento, cura e qualidade de vida”. Estes foram termos recorrentes na Mesa Redonda que falou sobre os tipos de câncer e a psoríase com os palestrantes Alex Pimenta, hematologista, e Patrícia Gutierrez, dermatologista. O evento, organizado pelo Departamento de Serviço Social (Deses) com o Departamento de Benefícios e Assistência Médico – Odontológica (Debas) e a Superintendência de Recursos Humanos da Assembleia Legislativa, aconteceu na tarde de ontem, dia 29, no planarinho da Casa com sorteio de brindes para cuidados com a pele.

“Na oncologia e na hematologia os recursos estão aí a nossa mão. Muito se tem o que oferecer hoje ao paciente com câncer e a pessoa não pode ter medo de buscar o diagnóstico. O retardo do diagnóstico é um inimigo. Chegar cedo aos serviços e melhores recursos trará benefício para maioria dos pacientes”, aconselha Alex Pimenta depois de esclarecer fatos, possíveis causas e tratamentos dos tipos de câncer onde afirma que 40% das pessoas terão um diagnóstico de câncer ao longo da vida e responsabiliza o tabagismo e a alimentação como possíveis causadores de câncer. Outros dados apresentados pelo médico revelam que o câncer de próstata ocorre em 22,8% nos homens. Já nas mulheres quem lidera é o câncer de mama, ocorrendo em 20,8% nas mulheres. Um destaque é o câncer de cólon do útero (HPV) que já pode ser evitado através de vacina disponibilizada pelo SUS.

Na segunda apresentação, Patrícia Gutierrez deu enfoque na psoríase, uma doença cutânea, caracterizada pela erupção de placas com escamas na pele que podem ser erroneamente confundidas como micose pelo paciente. Apesar de não haver contágio de uma pessoa para outra, segundo a médica, a patologia é incomodativa e deve ser tratada com medicamentos prescritos pelo especialista e cuidada ao longo da vida para não haver lesões futuras. “A informação é muito importante para o público em geral, para que saibam o que é a doença e saber lidar com esse problema. Todos nós vamos ter que conviver com algum tipo de doença, mas o paciente tem que entender que ele pode ter um controle dessa doença, ficar em remissão durante um bom tempo e ser feliz”, finaliza.



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