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Radialistas da Bahia são homenageados por Bobô

Publicado em: 23/09/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

Comunista lembrou data dos profissionais de rádio
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Para homenagear o Dia do Radialista, celebrado no dia 21 de setembro, o deputado estadual Bobô (PC do B) apresentou, na Assembleia Legislativa, moção de congratulações à categoria, felicitando os profissionais de rádio da Bahia e o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e de Publicidade no Estado da Bahia (Sinterp). 

O comunista reafirmou seu compromisso de contribuir para a valorização dos trabalhadores e para o desenvolvimento “desse essencial meio de comunicação em nossa sociedade.” Exaltou a condição privilegiada do radialista de ser formador de opinião e 'caixa' de ressonância da população, “que tem os seus clamores e anseios transmitidos através das emissoras de rádio”.
De acordo com o parlamentar, são profissionais que têm dado contribuição relevante para o desenvolvimento do nosso estado e do País, exercendo papel fundamental para o fortalecimento da liberdade de expressão e o aprofundamento da democracia na sociedade, levando informação a lugares distantes. 

Na moção, Bobô resgatou a história do rádio, lembrando da primeira emissora fundada no Brasil, em 20 de abril de 1923, por Edgar Roquete Pinto: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, além da primeira emissora de rádio do nosso estado: a Rádio Sociedade, fundada em março de 1924. Lembrou dos primeiros locutores, os radiamadores, que possuíam experiência com microfones. 
“São profissionais que possuem carisma e mostram grande interesse pelo que fazem. Bons radialistas oferecem boas opções para quem mais merece: o ouvinte. Possuem o poder de fomentar educação, cultura, saúde e sociabilidade para o bem comum. Vemos os radialistas compromissados com a responsabilidade social e em levar alegria, entretenimento e informação para as pessoas”, diz o comunista. 
O deputado exalta Roquete Pinto, as grandes iniciativas como o Repórter Esso, as radionovelas, os programas da atualidade e seus apresentadores, os narradores de futebol e todos os que dedicam grande parte das suas vidas para manter o rádio como um bem inestimável do povo.

Ao final, Bobô lembra que, após deixar os campos de futebol, também teve o privilégio de se formar “nessa belíssima profissão, e exercê-la”, além de reafirmar seu empenho de estar junto com a categoria para vencer os desafios por melhores condições de trabalho e de vida. 



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