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David defende conscientização sobre a doença herpes-zóster

Publicado em: 25/08/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

Deputado apresentou projeto para que a infecção seja tratada em campanha explicativa...
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Uma campanha de conscientização sobre o herpes-zóster, infecção viral popularmente conhecida como “cobreiro”, que provoca vesículas na pele e geralmente é acompanhada de dor intensa, foi proposta pelo deputado estadual David Rios (Pros), através de projeto de lei. O parlamentar, que também é médico, explicou que o herpes-zóster é causado pelo vírus varicela-zoster, o mesmo agente da catapora e acomete pessoas que tiveram esta doença em algum momento da vida e ficaram com vírus latente em gânglios do corpo. Anos mais tarde, esse vírus pode se manifestar na forma de herpes-zóster. No Brasil, a cada ano, registram-se cerca de 10 mil hospitalizações no sistema público por varicela (catapora) e zóster

Pelo projeto de David Rios, a campanha deverá ser desenvolvida por meio da veiculação de anúncios nos meios de comunicação – internet, rádio, televisão, jornais, revistas etc. – fixação de cartazes e distribuição de cartilhas nos estabelecimentos de saúde públicos e privados; realização de palestras e audiências públicas sobre o tema e atualização e treinamento dos profissionais da saúde.

O herpes-zóster pode surgir em qualquer parte do seu corpo, mas é mais frequente no tronco e no rosto, evidenciando-se como uma faixa de vesículas em apenas um dos lados do corpo. Porém, a erupção pode começar no meio das costas em direção ao peito, mas também pode aparecer no rosto em torno de um olho. É possível ter mais de uma área de erupção no corpo. “A dor associada ao zóster pode perturbar o sono, o humor, o trabalho e as atividades cotidianas, impactando negativamente a qualidade de vida e levando ao distanciamento social e à depressão”, observa o médico e deputado.

David Rios informa que no tratamento do zóster são utilizados, em geral, medicamentos antivirais, na tentativa de diminuir o tempo, o nível de gravidade e as complicações; analgésicos para reduzir a dor e corticosteróides para reduzir o processo inflamatório. Entre os sintomas da enfermidades estão dor, ardor e sensação de cócegas e/ou formigamento na área em torno dos nervos afetados, calafrios, distúrbio gastrointestinal e, na fase crônica, queimação e pontadas na área onde ocorreram as erupções, dor persistente no local, que pode durar anos e extrema sensibilidade ao toque.

















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