Ao destacar na Assembleia Legislativa o aniversário de 62 anos de emancipação política de Antas, em 13 de agosto, o deputado Adolfo Menezes (PSD) descreveu o povo de lá como “hospitaleiro, trabalhador, com coragem, religiosidade e disposição para lutar”. Ele diz na moção de congratulações que essas são “marcas inconfundíveis da identidade baiana e que reforçam a tradição da cidade”.
Adolfo Menezes contou também na moção que, historicamente, os índios Quiriris foram os primeiros habitantes da região. E, durante o domínio português, foram catequizados pelos padres da Companhia de Jesus. No local da catequese, acrescentou o parlamentar no documento, formou-se um povoado que teve rápido desenvolvimento a partir das estradas que penetravam o sertão baiano.
De acordo com ele, a origem do nome do município é alvo de discussão até hoje. Uma das histórias conta que na hoje Rua Guilherme de Carvalho tem uma antiga fonte que está quase soterrada. Certa feita passavam por lá alguns tropeiros que se depararam com um casal de antas, daí o nome da cidade. “Mas essa é uma história que nunca foi comprovada”, alerta Menezes.
Ele acrescentou que, na atividade econômica, Antas se destaca pela criação de bovinos, suínos e caprinos. A agricultura familiar tem foco na produção de feijão, milho, mandioca e fumo. Já a tradição religiosa e cultural é reverenciada sobretudo na época da Semana Santa e nas comemorações em louvor a Nossa Senhora da Conceição, padroeira da cidade.
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