MÍDIA CENTER

Socialista felicita Belmonte

Publicado em: 24/07/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

Fabíola Mansur destacou os festejos em louvor a Nossa Senhora do Carmo
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Aproveitando os festejos em louvor a Nossa Senhora do Carmo, padroeira da Belmonte, a deputada Fabíola Mansur apresentou “moção de congratulações parabenizando o povo trabalhador, amigo e acolhedor e desejar um futuro próspero e de pleno desenvolvimento para Belmonte”. A cidade “é conhecida como a 'capital do guaiamum', porque as cheias do Jequitinhonha carregam argila para os solos avermelhados das margens do rio, que adquirem a umidade ideal à abundância desses crustáceos de coloração azul”. 

Para Mansur, ao “falar de religiosidade de Belmonte, é obrigatório citar e celebrar a santa tão querida na região. Vale registrar que a cidade ficou conhecida em todo extremo sul da Bahia devido aos belos e importantes festejos em sua homenagem. Missas, procissão (acompanhada de romeiros e devotos de toda região) e muita festa nas localidades. A cidade se enfeita para receber, com fé e alegria, visitantes de toda Bahia para comemorar uma das festas religiosas mais bonitas da região”. Na moção, a deputada, além de contar como surgiu o município, deixou “ registrado um trecho do bonito Hino de Belmonte: '… Belmonte quando vem raiando o dia/Na hora do teu povo ir trabalhar/O rio Jequitinhonha deslizando/Levando tuas águas para o mar/Belmonte é o orgulho da Bahia/Tem coco, piaçava e cacau.../Belmonte a tua topografia/Quem criou foi o arquiteto universal”. 


Em maio deste ano, dia 23, o município de Belmonte comemorou 124 anos de sua emancipação política. Situado numa planície entre o rio Jequitinhonha e o Oceano Atlântico, Belmonte floresceu nos tempos áureos do cultivo do cacau, no final do século XIX. Inicialmente, com o nome de Belmonte do Jequitinhonha. Historiadores apontam que o nome Belmonte é uma homenagem a cidade homônima portuguesa, terra natal de Pedro Álvares Cabral. 

Pesquisas registram que os primeiros 'sinais de terra' avistados pela esquadra de Cabral tenham partido do rio Jequitinhonha, que, há 500 anos, deveria ser mais caudaloso, arrastando especieis da Mata Atlântica, que ficavam boiando ao sabor das correntes marinhas.






Compartilhar: