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Alan Castro se congratula com trabalhadores da saúde

Publicado em: 08/07/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

Deputado reconheceu importância da vacina BCG
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Reconhecendo a importância da aplicação da vacina BCG (Bacilo de Calmette e Guérin), essencial à preservação da saúde, através da prevenção da tuberculose. O deputado Alan Castro (PTN) apresentou, na Assembleia Legislativa, moção de aplauso a todos os trabalhadores envolvidos na aplicação da vacina. 

Segundo dados, a tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta prioritariamente os pulmões e causa, ainda hoje, cerca de 6 milhões de novos casos em todo o mundo, levando mais de um milhão de pessoas a óbito. No Brasil, a doença é um sério problema para a saúde pública, com profundas raízes sociais. Alan aponta que a cada ano, são notificados aproximadamente 70 mil casos e ocorrem 4,6 mil mortes em decorrência da doença. “O país ocupa o 17º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo”, diz o deputado.

Devido à gravidade da doença, o Brasil instituiu o dia 1º de julho como o Dia da Vacina BCG, específica para a imunização contra essa terrível doença e criada em 1920, em Paris, recebendo esse nome em homenagem a Calmette e Guérin, os dois cientistas que a desenvolveram. Foi utilizada pela primeira vez em 1921 sob a forma oral, hoje em dia abandonada. A eficácia da BCG é grande, principalmente na forma disseminada da tuberculose, em que a vacina garante cerca de 78% de proteção.  
 
No Brasil, desde 1976 o Ministério da Saúde tornou obrigatória a administração da BCG em crianças, sendo recomendável a sua aplicação entre 0 e 4 anos, de preferência no bebê recém-nascido. A vacina, no entanto, apresenta algumas contraindicações, entre as quais estão crianças com peso inferior a 2kg, imunodeficientes, desnutridas, com erupções cutâneas generalizadas e que estão realizando tratamento com corticoides. 

A vacina está disponível nos sistemas médicos público e privado e não tem um período de vacinação específico. Atualmente a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda apenas uma dose da vacina, pois a segunda dose não proporciona aumento considerável na proteção, não havendo evidências científicas de sua necessidade. Apesar disto, em alguns países, a segunda dose ainda é administrada. 





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