A sexta-feira, dia 26, foi de festa para os municípios de Catu e Castro Alves. A data marcou o aniversário de emancipação político-administrativa das cidades, que completaram 147 e 135 anos, respectivamente. Integrante do Território de Identidade Cultural Agreste de Alagoinhas/Litoral Norte, Catu fica há 78 km de Salvador. Já Castro Alves, fica no Recôncavo Baiano, distante 194 km da capital do estado.
Para homenagear a população desses municípios, o deputado Carlos Geilson apresentou moções de congratulações na Assembleia Legislativa. “Parabenizo os catuenses e os castroalvenses pela passagem da data tão importante. Desejo dias mais prósperos e mais desenvolvimento para atender às expectativas de seus conterrâneos”, afirmou.
ORIGEM
As tribos pataxó e tupiniquim foram as primeiras a habitar o território onde está o município de Catu. Com o passar dos anos, o pequeno povoado se tornou a freguesia de Santana do Catu através de ato do 12° Arcebispo da Bahia, dom Antônio Correia. Demonstrando o seu potencial, no dia 26 de junho de 1868, o lugar conquistou autonomia. O seu nome foi simplificado para Catu em 1931.
POETA
No princípio do século XVIII, a região era habitada por indígenas. Com a chegada dos desbravadores, o território foi dividido em sesmarias e uma delas pertencia a João Evangelista de Castro Tanajura, que veio a ser avô do poeta Castro Alves, nascido no local e tempos depois inspiração para o nome da cidade. Em 26 de junho de 1880, o território foi elevado à categoria de município de Curralinho, depois nominado de Castro Alves, o poeta dos escravos.
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