Quando os portugueses aportaram na Bahia viviam no território onde atualmente está situado o município de Catu os aguerridos Pataxós e Tupiniquins, que mais tarde imigraram para os sertões, fugindo à penetração dos colonos portugueses. Quem conta a história é a deputada Luiza Maia (PT) que apresentou na Assembleia Legislativa uma moção de congratulações em razão do 147º aniversário de emancipação política do município, que é comemorado hoje, dia 26 de junho.
De acordo com a petista, até 1782, as notícias históricas sobre Catu são imprecisas e vagas. “A área onde foi edificada a cidade de Catu integrava as terras das sesmarias do Conde da Ponte, para onde afluiu grande número de colonos”, observou ela, no documento. “Coube à Igreja Católica dar o primeiro passo para a fundação da freguesia de Santana do Catu abrangendo a vastidão daquelas terras”.
Assim, seguiu Luiza Maia na moção, o então 12° arcebispo da Bahia, Dom Antônio Correia, em 1787, fundou aquela freguesia. Quase meio século depois, isto é a 23 de julho de 1830, reuniram-se, em casa do visitador, Padre João Nepomuceno Moreira de Pinho, os vigários de Santana do Catu e o de Alagoinhas, para acertarem a demarcação dos limites de suas freguesias e chegaram a tal acordo.
Essas divisas foram reconhecidas em 26 de junho de 1863 pelo presidente da Província, Dr. José Bonifácio Vasconcelos de Azambuja. “O município de Santana do Catu surgiu a 26 de junho de 1868”, concluiu.
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