Vista como um grande expoente do semiárido baiano, a cidade de Filadélfia recebeu as homenagens do deputado Zó (PC do B) através de moção de congratulação protocolada na Casa Legislativa da Bahia pela passagem do 30º aniversário de emancipação politica.
Inicialmente habitada pelos índios Cariris, Filadélfia tem seu nome registrado nos anais da história. De acordo com objetos arqueológicos e fatos históricos narrados, o cangaceiro Lampião utilizava a região como trilha nas suas visitas ao estado de Sergipe, no qual fazia sua parada, em fazendas às margens do Rio Aimpim, que era passagem para Belo Monte (Canudos).
Em 1951, Filadélfia ganhava notoriedade e começava a estruturar sua identidade. Graças a sua população aguerrida, conquistou expressividade econômica tornando-se um grande polo produtor de feijão. Com a criação das estradas que ligam Capim Grosso a Juazeiro o progresso ficou cada mais importante para os filadelfenses, impulsionando setores como saúde, educação, transporte, dentre outros serviços fundamentais ao crescimento socioeconômico de um município.
Atualmente, a cidade, que tem grande importância social e econômica para a Bahia, ocupa uma área de 570,067 km², com uma população estimada em 17.593 habitantes.
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