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Luiza Maia se congratula com o Olodum

Publicado em: 30/04/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

No documento protocolado na Assembleia, petista elogiou as diversas atividades do grupo
Foto: Arquivo/Agência-Alba
“Esta data comemorativa é motivo de orgulho para a população baiana. Muito mais que um bloco afro, o Olodum desenvolve diversas ações nos meios artísticos, cultural e social que promovem inclusão social e projetam nosso estado não somente no país, mas em todo o mundo”, afirmou Luiza Maia.

Fundado em 1979, no Pelourinho, o Olodum nasceu como bloco afro e logo se tornou uma instituição reconhecida pela marcante atuação promovendo cidadania e inclusão social através da cultura. Criado pelo Olodum, o projeto Rufar dos Tambores, hoje conhecido como Escola Olodum, permanece levando cultura e inclusão para diversas comunidades carentes.

A deputada lembra que um dos pontos altos da história do Olodum foi a gravação do clip "They don't care about us", filmado em 1996 com Michael Jackson e dirigido por Spike Lee. Outros exemplos do reconhecimento internacional foram o show com Paul Simon, nos EUA (que reuniu 750 mil pessoas) e a participação no Carnaval de Londres em Nothing Hill Gate, ambos em 1991.

Outras conquistas do Olodum em seus 36 anos de história foram a criação do Conselho das Entidades Negras da Bahia (CenBa) em 1985; a criação de leis contra o racismo no Bahia, em 1989; a recepção ao líder Nelson Mandela, na Bahia, em 1991; a criação do Samba-Reggae pelo mestre Neguinho do Samba, em 1985; as bolsas de estudo de inglês para 20 jovens afrodescendentes com a Embaixada Americana, as bolsas de estudo na FTC para percussionistas, cantores, alunos da Escola Olodum e para trabalhadores da organização.




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