A morte do bispo Dom Alberto Guimarães, no último dia 13 de abril, foi lamentada na Assembleia Legislativa pelo deputado Zé Raimundo (PT). Em moção de pesar apresentada na Casa, o parlamentar contou que o religioso morreu aos 88 anos, após sua internação por causa de um acidente vascular cerebral (AVC). Ele era bispo emérito de Caetité, na Bahia, e morava na cidade mineira de Uberaba há 12 anos, onde exercia o sacerdócio no santuário de Nossa Senhora da Abadia .
Dom Alberto nasceu na cidade de Uberaba. Em 1942, contou Zé Raimundo no documento, ingressou no seminário de Rio Claro, mas foi em Ribeirão Preto (SP) que concluiu seus estudos de filosofia e teologia. Cursou também Sociologia e Espiritualidade e, em 8 de dezembro de 1953, foi ordenado sacerdote na cidade de Sertãozinho -SP.
“Integrante da Congregação dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo, Dom Alberto teve grande atuação como missionário, formador e pároco”, observou o petista, acrescentando que ele “foi vigário, chefe de missões dos padres estigmatinos, mestre de noviços em Verona, na Itália e atuou ainda nas paróquias de Itacaré e Barra da Estiva”.
De acordo com Zé Raimundo, a figura de D. Alberto está associada a uma “bonomia que a todos sempre cativou”. O petista lembrou que o bispo lutou contra as dificuldades, numa extensa diocese, cheia de problemas sociais, ambientais e culturais. “Sua atuação deixou marcas de progresso e de aproximação junto às camadas menos favorecidas da população e sua autoridade sempre foi exercida com grande sabedoria, extrema simplicidade e fomento da religiosidade dos seus fiéis”
Para o deputado, a dedicação e o compromisso do Bispo Dom Alberto Guimarães, especialmente em defesa dos mais carentes, “devem servir de exemplo a ser lembrado e seguido por todos nós”.
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