A revitalização dos pisos táteis de Salvador, principalmente os localizados no bairro dos Barris, assim como a remoção de telefones públicos (orelhões) instalados nos aludidos pisos, para facilitar a locomoção de deficientes visuais, foi requerida à Secretaria de Manutenção (Seman) pelo deputado Sidelvan Nóbrega (PRB).
O pedido é justificado pelo parlamentar sob argumentos de que a Associação Baiana de Cegos, que funciona no bairro, “atrai muitas pessoas com dificuldade visuais para readaptação” e que “os pisos táteis existentes, além de estarem quebrados, deteriorados pela ação do tempo, são interrompidos por buracos, causando acidentes”.
Os telefones públicos (orelhões) também provocam danos aos deficientes. Nóbrega lança mão do Decreto-Lei 5296, de 2 de dezembro de 2004, que regulamenta "as Leis 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica; e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade" para amparar a indicação.
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