Moção de congratulações e aplausos a Caldeirão Grande, que completou 53 anos de emancipação política, foi apresentada pela deputada Fátima Nunes (PT) na Assembleia legislativa. Trata-se, como diz a deputada, de um “município bastante 'rural'”, pois cerca de 55% de sua população residem no campo, em diversas roças e fazendas, povoados e um distrito.
Caldeirão Grande “tem uma educação considerada de nível baixo, possui uma única faculdade de educação à distância, que oferece algumas poucas licenciaturas. Os estudantes que querem uma outra profissão têm de se deslocar para outros municípios”, conta a petista. As escolas públicas e privadas do município contam apenas com o primeiro grau (ensino fundamental), e todos os alunos que desejam fazer o ensino médio estudam no Colégio Estadual Rômulo Galvão, o único disponível no município.
O principal colégio municipal da sede é o Centro Educacional Municipal Professora Alaíde Santana. Na Zona Rural quase todos os povoados possuem um colégio de ensino fundamental, dando-se destaque ao Colégio Municipal Boanerges Lopes de Oliveira por ser um dos maiores, que atende alunos de diversas fazendas e de alguns povoados (até do vizinho município de Ponto Novo) que não possui colégios”.
Entretanto, diz Nunes, “nos últimos anos a inclusão digital cresceu extraordinariamente no município, com o surgimento de lan house e acesso à internet também em alguns colégios e um telecentro comunitário equipado com 11 computadores conectados a internet banda larga que atende a todos, gratuitamente.
As redes sociais são o principal motivo para esse crescimento, pois quase todas as pessoas do município "tem uma conta nelas". Mas mesmo com esse crescimento da inclusão digital poucos locais na zona rural têm acesso à internet, apenas as localidades de São Miguel, Baraúnas, Vila Cardoso, Quilômetro Trinta, Boqueirão e Bela Vista (antiga Várzea Suja) contam com esse 'privilégio', que deveria ser de todos”.
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