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Parlamentar apresenta propostas para beneficiar cidade de Mascote

Publicado em: 07/04/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

Jurandy Oliveira solicitou ao governo do Estado que promova melhorias no município
Foto: Arquivo/Agência-Alba
O deputado Jurandy Oliveira apresentou na Assembleia Legislativa três indicações endereçadas ao governo do Estado para o município de Mascote, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população local. O parlamentar destacou  inicialmente a construção de casas populares, a aquisição de ambulância Semi-UTI e, por último, a extensão do programa Universidade para Todos.

Nas justificativas, Jurandy Oliveira destaca que a casa é o lar, o lugar especial em que os amigos são recebidos, os filhos são criados, as histórias são contadas e os amores vividos. Representa, portanto, a ideia de segurança, de integridade da família, da moral e dos bons costumes.

“Infelizmente uma parcela da população encontra-se privada de ter a sua casa, seja por falta de condições financeiras, seja por desestres naturais. Além disso, muitos dos que possuem seu espaço vivem em ambientes sem qualquer dignidade, com saneamento básico precário, falta de infraestrutura e péssimas condições de higiene”, disse o experiente parlamentar.

 Na segunda reivindicação ao governador Rui Costa, o deputado alega “que discorrer sobre cuidados com a  saúde é o mesmo que falar sobre a vida. Sim, saúde e vida estão inexoravelmente ligadas, compondo o que há de mais essencial para todo ser humano. Não obstante, por mais que se preserva esses bens tão valiosos, adotando-se as mais diversas medidas preventivas, a ocorrência de emergências/urgências são imprevisíveis e podem afetar qualquer um”.

 Na terceira justificativa, Jurandy Oliveira afirma que “a educação é um dos elementos fundamentais para o desenvolvimento de um povo, atuando como importante instrumento de democratização. Há um progresso inegável na quantidade de ingressos no ensino superior, confirmando uma tendência que já estava sendo sinalizada pelos mais diversos institutos de pesquisas. Diante disso, restou ao Estado a missão de garantir que a parcela carente da população não fique à margem desse avanço”.



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