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Isidório propõe terminais de banco em unidades de polícia

Publicado em: 24/03/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

Parlamentar propõe medida como alternativa para minimizar ataques dos bandidos.
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Para reduzir o número de explosões em terminais eletrônicos, o deputado Pastor Sargento Isidório (PSC) propôs uma solução radical: a implantação de complexos de caixas eletrônicos em áreas de unidades operacionais das Polícias Militar e Civil, a exemplo de batalhões, companhias, batalhão de choque, vila militar e até no complexo policial dos Barris.

A implantação desses equipamentos se daria através de parceiras público-privada (PPPs), conforme explicou o deputado na indicação encaminhada ao governador Rui Costa. “O país passa por uma série de eventos criminosos envolvendo explosões de terminais eletrônicos, que vem aumentando a recusa dos estabelecimentos comerciais em abrigar novos terminais bancários”, explicou Isidório, no documento. “Diante de tal cenário, propor alternativas para minimizar essa modalidade criminosa e facilitar o acesso dos cidadãos baianos aos serviços financeiros é dever de todos os homens públicos responsáveis”.

REMUNERAÇÃO

De acordo com ele, a implantação dos “quiosques bancários comunitários”, em parceria com a cúpula da segurança pública, também pode garantir o complemento da remuneração dos profissionais de segurança envolvidos no projeto. “O contrato de tal PPP deverá ser de conhecimento público e principalmente dos policiais envolvidos, que terão o direito de aceitar ou não tal escala de serviço especial. Mesmo que neste caso, eles tenham seus salários aumentados, pela contrapartida financeira da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban)”, acrescentou.

Para Pastor Sargento Isidório, o fato concreto é que as entidades bancárias, bem como o poder público, precisam fazer mais. Os bancos brasileiros investem muito pouco em segurança patrimonial, avalia ele. “Estima-se que apenas 5% dos lucros bancários sejam destinados para este fim e os demais 95%, vão para a proteção de sistemas e sigilo na internet”, concluiu ele. 






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