Votos de solidariedade aos portadores de doença renal crônica, pela passagem do Dia Mundial do Rim, foram apresentados pelo deputado Alan Castro (PTN) lembrando que “embora envolva risco de vida, a DRC é silenciosa. Cerca de 70% dos pacientes que entram para diálise não sabiam que estavam com a doença”, diz. Em março de 2014, segundo dados apresentados pelo deputado, “existiam no Brasil cerca de 90 mil pacientes em tratamento pelo SUS nos 602 serviços públicos então em funcionamento. Em 14 de março daquele ano, o Ministério da Saúde publicou a portaria 389, ampliando o atendimento à pessoa com doença renal crônica. A partir daquela data, estados e municípios podem ofertar serviços de acompanhamento desses pacientes em diferentes estágios, além da diálise e transplante renal, que já estavam disponíveis em Serviços de Nefrologia, no Sistema Único de Saúde, direcionados aos casos mais graves”.
O Ministério da Saúde criou um novo tipo de serviço, a Unidade Especializada em DRC, instalada em ambulatório ou unidade hospitalar, onde será feito o acompanhamento ambulatorial do paciente na fase pré-diálise, com equipe multiprofissional, composta por médico nefrologista, psicólogo, assistente social e nutricionista. “A nova política também garante ao doente renal crônico o direito à informação, sendo assegurado aos conselhos de saúde e às associações ou comissões de pacientes o acesso aos estabelecimentos de saúde que prestam atendimento”. Castro registrou “solidariedade aos milhares de brasileiros atingidos por essa cruel doença e suas famílias”.
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