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Fabíola destaca valor histórico de Cachoeira

Publicado em: 14/03/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

Socialista apresentou moção no Legislativo
Foto: Arquivo/Agência-Alba
O valor histórico da cidade de Cachoeira  foi destacado pela deputada Fabíola Mansur (PSB), em moção de congratulações apresentada na Assembleia Legislativa pela passagem dos 178 anos de emancipação política do município do Recôncavo baiano, no último dia 13 de março. Entre outros fatos, ela lembrou  da resistência histórica do povo cachoeirano na luta pela independência brasileira.

“A valente cidade de Cachoeira tem sua história iniciada em meados do século XVI, quando começou o desbravamento da região”, relatou Fabíola, no documento. Por volta do ano de 1531, acrescentou ela, Portugal enviou expedições com a incumbência de estimular o cultivo da cana-de-açúcar. Por possuir terras propícias a essa cultura, o recôncavo baiano foi escolhido para a instalação dos primeiros engenhos.

“Em torno de um desses engenhos formou-se um povoado, que por conta do crescimento substancial no número de moradores, foi criada a  freguesia, que no ano de 1693 foi elevada a categoria de vila, passando a chamar-se Nossa Senhora do Rosário do Porto de Cachoeira”, observou a parlamentar. 

Segundo ela, apesar do florescimento da economia açucareira, a atividade comercial foi mais importante para o desenvolvimento da vila. Com localização privilegiada, Cachoeira além de estar no limite de navegação do Rio Paraguaçu, onde havia grande movimentação de fardos de açúcar no seu porto, também era ponto de conversão da Estrada Real de Gado e da Estrada das minas. “Tudo isso contribuiu para que, ao lado do grande centro açucareiro, outras culturas ali se desenvolvessem, principalmente a do fumo, trazendo muita riqueza para a vila”.

Fabíola lembrou também que e Cachoeira foi a pioneira no movimento emancipador do Brasil. “O povo da Vila de Nossa Senhora do Rosário do Porto da Cachoeira se levantou contra o jugo português e no dia 25 de junho de 1822 proclamou o Príncipe D. Pedro I como regente, lançando a semente que frutificou em 2 de julho de 1823, quando a Bahia consolidou a Independência do Brasil”, concluiu a deputada no documento.



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