Para o deputado Bira Corôa (PT), não se pode falar de Santo Amaro, no Recôncavo baiano, sem mencionar as personalidades que ali nasceram e lutam pelo seu desenvolvimento. E foi isso que ele fez na moção de congratulações apresentada na Assembleia Legislativa para marcar a passagem do 178º aniversário de emancipação política do município, no último dia 13 de março.
Bira lembrou, por exemplo, que Santo Amaro é terra natal dos cantores e irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia, filhos de uma das mulheres símbolos das mães baianas, Dona Canô. “Lá nasceu José Antônio Saraiva, conselheiro e também fundador de Teresina, capital do Piauí, José Silveira, Marquês de Abrantes, Teodoro Sampaio. Cidade natal da sambista Dona Edith do Prato e do cantor e compositor Roberto Mendes”, listou ele, no documento.
O deputado petista citou ainda o professor e atualmente secretario de Cultura, Jorge Portugal, a escritora Amélia Rodrigues e a historiadora Zilda Paim, ícone na cidade. Também nasceu em Santo Amaro no dia 23 de março de 1890, acrescentou ele, Agripina de Souza Soares (Mãe Agripina de Sangó-Obá Deyi) Balbino Alves Casaes (Baluarte do Arraial da Pedra) e Besouro Mangangá, que virou filme. “Foi também filho da terra o artista, professor e etnólogo Manuel Querino, o primeiro negro a interessar-se pela contribuição de sua raça na formação da nacionalidade brasileira”.
De acordo com Bira Corôa, Santo Amaro possui também uma grande fertilidade para novos artistas. “São dezenas de novos escritores como Valdir do Carmo, Jorge Bóris e Herculano Neto, ganhador de vários prêmios de literatura dentre eles o Prêmio Braskem, músicos como Petro Paulo e Castro D`Mar”, afirmou ele, sem esquecer do “ilustríssimo” compositor santamarense Assis Valente.
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